Não pedimos que você confie na gente. Mostramos como chegamos à informação.
Esta página reúne, num lugar só, o método, o uso de inteligência artificial, a revisão, as fontes, as correções e as regras de financiamento do Entender para Escolher.
Como um conteúdo nasce
Cinco etapas fixas, na mesma ordem, para todo conteúdo publicado.
A IA propõe
A inteligência artificial organiza a pesquisa e propõe o primeiro rascunho, sempre a partir de fontes oficiais. Ela é motor de produção — nunca a palavra final.
A revisão humana decide
Todo conteúdo passa por curadoria e revisão humana antes de ir ao ar: o que entra, o que sai, o que precisa de mais fonte e o que ainda não está claro o suficiente.
Resfriamento de 24 horas
Nenhum conteúdo é publicado no calor do momento. O intervalo mínimo de 24 horas entre a versão final e a publicação reduz erro e reatividade.
Fontes clicáveis em tudo
Toda afirmação factual aponta para a fonte primária — e o link fica visível no fim de cada conteúdo, para você conferir sem depender da gente.
Correção pública
Erro identificado é corrigido em até 48 horas, com registro público da correção. Errar faz parte; esconder o erro, não.
A IA é motor. Não é autora.
A Cida é uma personagem criada com apoio de IA e sempre rotulada como tal. Aqui está, sem rodeios, o que a tecnologia faz — e o que ela nunca faz.
O que a IA faz
- Organiza pesquisa em fontes oficiais e estrutura rascunhos;
- Ajuda a traduzir linguagem técnica para português claro;
- Apoia a checagem de consistência entre texto e fonte.
O que a IA não faz
- Não publica nada sozinha — a revisão humana decide;
- Não opina sobre candidatos, partidos ou governos;
- Não escolhe quais fatos mostrar para agradar o leitor: a Cida personaliza o assunto, não a verdade.
Quem revisa
A curadoria editorial e a decisão final de publicação são humanas e centralizadas na equipe responsável pelo projeto, seguindo as regras desta página. Conteúdos de temas técnicos citam as fontes oficiais que os sustentam — e é nelas, não em nós, que a autoridade da informação se apoia.
Como registrado na página de Transparência, a identificação institucional completa do projeto — incluindo a equipe e a rede de revisão — será publicada após o período eleitoral. Até lá, preferimos que a confiança venha do que é verificável: método público, fontes clicáveis e correção transparente.
De onde vem a informação
1º · Fontes primárias oficiais
Constituição, leis, Diários Oficiais, portais da transparência, TSE, Câmara, Senado, IBGE, Banco Central, Tesouro Nacional e órgãos equivalentes.
2º · Órgãos técnicos e estudos públicos
Inep, Ipea, OCDE, Banco Mundial, PNUD e instituições com metodologia pública e dados verificáveis.
3º · Checagem com metodologia pública
Agências de verificação servem de apoio complementar — nunca substituem a fonte primária.
Boato, print sem origem e “recebi de uma pessoa confiável” não são fonte — são pauta para checagem.
Quem paga não pauta.
Quem patrocina também comunica. Por isso, as regras que protegem a independência do projeto protegem, na mesma medida, a reputação de quem apoia.
- 01Patrocinador não interfere em pauta, abordagem, análise ou conclusão;
- 02Patrocínio não implica endosso editorial — e não transforma o patrocinador em fonte ou especialista do conteúdo;
- 03Não vendemos avaliação, classificação nem destaque de político;
- 04Se algum dia existir conteúdo patrocinado, ele será explicitamente identificado;
- 05As fontes editoriais nunca são escolhidas por patrocinadores;
- 06Todos os financiadores são públicos, na página de transparência;
- 07Nenhum patrocinador ultrapassa 35% da receita do ciclo;
- 08Governos, partidos, campanhas, candidatos e estatais são vetados no ciclo eleitoral;
- 09Conflitos de interesse são declarados;
- 10Buscamos diversidade de financiamento — a independência de todos protege a marca de cada um.
Verifique você mesmo
Tudo o que afirmamos aqui está documentado publicamente: